“Por dois anos orei "Deus, muda ele". Nada se moveu, e eu fiquei mais dura. Alguém me disse para orar uma coisa por trinta dias e anotar a minha própria parte. Na primeira semana eu não conseguia pensar em nada que fosse meu. Na terceira semana eu tinha quatro. Ainda estamos nisso. Mas parei de lutar contra ele e comecei a lutar por ele, e isso não é pouco.”
Respondidas.
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“Ele parou de falar comigo por nove meses. Guardei um cartão com o nome dele e a data na parte de dentro da porta do armário. Não mandei mensagens e não fiz sermão. Orei e mantive a porta aberta. Ele ligou numa terça por outro motivo, e conversamos uma hora. Nada está resolvido. Mas a linha está aberta.”
“Não consegui dormir por semanas depois do diagnóstico. Alguém me ensinou a sentar, acender uma luz pequena e dizer o medo em voz alta em vez de deixá-lo girar. Me senti ridículo. Também funcionou — não porque o medo foi embora, mas porque finalmente ganhou forma, e eu consegui entregar uma forma a Deus. Também finalmente liguei para um médico, o que eu deveria ter feito meses antes.”
“Eu nunca tinha orado sozinha na vida. Achava que existia um vocabulário que eu não tinha. Alguém me disse para dizer uma frase verdadeira em voz alta, então eu disse "Deus, eu não sei fazer isso". Foi há quatorze meses e não perdi muitas manhãs desde então.”
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